CIRCULAR Nº 25/2020

Osasco, 9 de julho de 2020.

Nessa quarta-feira, 8/7, a prefeitura de Barueri publicou decreto no Diário Oficial, que permite a abertura de bares, restaurantes, similares e salões de beleza, se antecipando ao Governo do Estado de São Paulo, que ainda mantém a cidade na Fase 2 – Laranja do Plano São Paulo, e se reenquadrando por conta própria na Fase 3 – Amarela.

Ainda de acordo com o decreto, a retomada das atividades de atendimento ao público pelos estabelecimentos se sujeita a horários alternativos de funcionamento, com jornada reduzida para, no máximo, oito horas por dia, e ainda com limitação de entrada (40% da capacidade do estabelecimento) e com limitação de tempo também de permanência das pessoas no local.

No entanto, o SinHoRes Osasco – Alphaville e Região orienta a categoria a NÃO REABRIR, por enquanto! Para o sindicato empresarial, é arriscado que as prefeituras das cidades e os estabelecimentos não sigam as recomendações e diretrizes do governo do estado de São Paulo. A cidade de Marília, por exemplo, estava na Fase Vermelha, mas por decisão do prefeito, resolveu retomar atividades como se estivesse na Fase Laranja e foi obrigada pela justiça a seguir o Plano São Paulo, além de pagar multa de R$ 100 mil por dia caso o município descumpra as regras impostas pelo governador João Dória.

“Embora seja louvável a atitude da prefeitura de Barueri, tendo em vista já estar demonstrada a disposição política do Governo do Estado em fazer cumprir o seu decreto, assim como, o entendimento da justiça nesse sentido, é prudente aguardar mais alguns dias para que não ocorra o pior cenário, ou seja, reabrir e ter que fechar em seguida. O SinHoRes está à frente das tratativas com o governo e é muito importante seguirmos todas suas orientações para não ocorrer o mesmo que em outras cidades. Precisamos seguir com todos os cuidados, priorizando a saúde e a segurança de clientes e colaboradores para voltarmos definitivamente. Outro problema é reassumir 100% da folha de pagamento perdendo todos os benefícios da MP 936, além das demais despesas com pessoal, gastos fixos e reposição de estoque, para em seguida ter que fechar de novo, tornando ainda pior um quadro que já é caótico para as empresas”, afirmou o presidente do SinHoRes, Edson Pinto.