Mesmo com a flexibilização da quarentena, os segmentos de hotelaria e turismo continuam sofrendo os impactos causados pela pandemia do coronavírus em várias regiões do país. Só o setor turístico, um dos mais afetados, acumula perdas superiores a R$ 122 bilhões. O governo até chegou a costurar uma série de ações entre abril e maio, com pacotes emergenciais para alívio financeiro, mas a medida não foi suficiente para conter os estragos.

Segundo o presidente do Instituto de Desenvolvimento, Turismo, Cultura e Meio-Ambiente de São Paulo, Bruno Omori, a recuperação dos segmentos será lenta. “Primeiro no turismo de lazer, ou seja, nas praias e litorais tanto do Sul quanto do Norte e no interior de lazer. E o mercado de turismo de negócios ainda está muito contraído porque não voltaram as feiras, congressos e eventos. As pessoas ainda estão trabalhando no mercado online. A gente precisa que sejam retomados os eventos, sejam retomadas as feiras e tudo seja normalizado. Até porque os protocolos de segurança estão todos prontos e têm toda confiabilidade para passar segurança tanto para o colaborador quanto para o hóspede.”

Para o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, a crise causada pela pandemia é reflexo da demora das pessoas em retomar a confiança para sair de casa, além do longo período de quarentena e a falta de recursos financeiros por parte dos governos, que prometeram muito mas pouquíssimos empresários conseguiram levantar o crédito junto aos bancos. “Nossos Hotéis, bares e restaurantes estão cumprindo à risca os protocolos sanitários da Fase 3 – Amarela, do Plano São Paulo, e a população pode voltar a desfrutar do lazer, da gastronomia e do turismo”, acrescentou o presidente Edson Pinto.

Com informações da JOVEM PAM