Se até pouco tempo quem ditava o que e como seria vendido era a indústria, a pressão de grande parte dos consumidores tem levado grandes companhias a adotar novos valores.

Isso porque, de acordo com pesquisa realizada pelo Reclame Aqui, 60% dos consumidores buscam informações sobre a origem dos alimentos, o que tem levado marcas reconhecidas no Brasil e no mundo a optarem por transparência em relação à procedência dos produtos. Assim, as empresas começam a se preocupar com a responsabilidade socioambiental, ou seja, a buscar produtos que são produzidos com natureza sustentável, de forma que diminuam ou excluam os danos aos animais, às pessoas e ao planeta.

Pensando nisso, diversas empresas do segmento de alimentação passaram a servir em seus restaurantes ovos de granjas onde as galinhas são criadas em sistemas livres de gaiolas, conhecidas como “galinhas felizes”, como recomenda a Humane Society International, organização global de proteção animal.

A transição para um sistema mais sustentável não é tão simples, exige tempo, investimento e muita pesquisa. No entanto, trará resultados positivos como a aproximação do consumidor ao estabelecer transparência quanto à origem dos alimentos bem como a contribuição para a sustentabilidade.

O SinHoRes Osasco – Alphaville e Região chama atenção também para os cuidados com uma alimentação segura! Na hora de se alimentar, o consumidor deve sempre optar por um bar ou restaurante legalmente estabelecido. Assim, terá certeza de que a procedência, armazenamento e manipulação do alimento são feitos de forma segura e saudável.

“Orientamos a todos que evitem o consumo em ambulantes de rua, pois o alimento fica exposto por muitas horas sem refrigeração e manipulação adequada, sem contar a falta de noções básicas de higiene. Inclusive o excesso de vendedores ambulantes de alimentos faz com que haja concorrência entre eles mesmos, baixando custos, mas reduzindo também os gastos com limpeza e qualidade dos produtos. As prefeituras são responsáveis pelo controle, fiscalização e outorga de licenças em número adequado e, por isso, deve cuidar da saúde da população que se alimenta em barraquinhas. O barato pode custar muito caro quando o quesito é segurança alimentar”, afirmou o presidente do sindicato, Edson Pinto.