Para os nutricionistas, a epidemia da obesidade está ligada às vendas de alimentos industrializados, que cresceram 25% no mundo inteiro, de 2011 a 2016. O New York Times analisou registros de empresas, estudos epidemiológicos e governamentais, assim como realizou entrevistas com vários nutricionistas e especialistas em saúde do mundo todo que revelam uma mudança radical na maneira como os alimentos são produzidos, distribuídos e anunciados em grande parte do mundo. Isso, segundo especialistas em saúde pública, está contribuindo para uma nova epidemia de diabetes e problemas cardíacos; doenças crônicas associadas às elevadas taxas de obesidade de regiões que há apenas uma década lutavam para combater a fome e a desnutrição.

Dentro desse aspecto, o presidente do SinHoRes Osasco – Alphaville e Região, Edson Pinto, chama atenção também para a procedência e a qualidade dos alimentos vendidos por ambulantes. “Os vendedores ambulantes de alimentos, sem higiene e qualidade, contribuem sobremaneira para a obesidade, diabetes, infecções estomacais etc, sobrecarregando os postos de saúde que não conseguem reduzir as filas e melhorar o atendimento. É essencial que os ambulantes passem por cadastro da prefeitura e fiscalização regular! Além disso, deve haver um número limite de ambulantes de alimentos nas ruas e que estejam situados distantes dos bares e restaurantes. Cuidar do acesso da população à comida de rua é cuidar da saúde pública”, completou.

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